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Myrthus Communis em bonsai



 

A myrthus communis é originário da Europa e África e contorno da região mediterrânea, o nome myrthus provém do grego “mythos” e como a punica (romãzeira), são ambas antigas espécies cultivadas e mencionadas na bíblia. A myrthus communis é hermafrodita.

 

A myrthus communis é muito apreciado em bonsai.

Sobretudo quando temos oportunidade de contemplar um exemplar muito antigo cujo tronco e nebari atraem de imediato o nosso olhar.

 

Na natureza é uma pequena árvore de quatro a seis metros de altura  e possui folhas perenes. Hoje em dia é cultivado de forma intensiva para a produção de óleo de myrthe cujas propriedades são amplas e variadas por exemplo:

Expectorante e mucolítico, descongestionante respiratório, venoso, linfático e de próstata

Antiinfeccioso e antiséptico, estimulante do fígado …

 

A madeira e as folhas do myrthus communis são igualmente utilizados na cozinha para dar mais sabor às carnes principalmente na brasa.

As flores do bonsai myrthus communis, que desabrocham no fim da primavera início do verão, são brancas, ligeiramente e agradavelmente perfumadas, com alguma semelhança a eugenia uniflora (pitanga). 

A seguir à flor nasce uma baga azul escuro quase preta. O fruto da myrthus communis é comestível, o sabor é parecido com o zimbro (juniperus).

Folha, flor e baga são utilizados na cozinha, perfumaria e cosmética..

As folhas são pequenas com mais ou menos quatro a cinco centímetros de comprimento deixando fluir um odor subtil ao toque.

 

O bonsai myrthus communis é de fácil cultivo, mas reservado às zonas com temperaturas mais amenas, com temperatura negativa até 5º centígrado.

Multiplicação por sementeira. Um grama contém cerca de cem sementes e a taxa de germinação é de cinquenta por cento com condições favoráveis.

Semear directamente com temperatura média de 20 a 25º C numa mistura de areia, terra e turfa conforme descrevemos a seguir:

Primeiro, preparar um substrato composto por 1/3 de areia fina (de preferência lavada) e 2/3 de substrato à base de folhas (tipo turfa mas muito fino).

Segundo, encher os recipientes ou vasos, pisar ligeiramente com um pau ou uma tábua e repartir as sementes no substrato.

Cobrir as sementes com o mesmo substrato e colocar os recipientes ou vasos a 20/24ºC (à luz) durante o dia e 14/15ºC durante a noite.

Podemos cobrir com um filme plástico transparente para manter a temperatura e higrometria.

Nunca cobrir uma semente com substrato com mais que uma vez a sua espessura.


 

A poda do bonsai myrthus communis

O bonsai é uma planta natural e mesmo que esteja limitado num pequeno vaso irá sempre crescer e desenvolver-se, é um fenómeno natural. A mesma planta cultivada na terra irá crescer em altura e poderá atingir um porte exceptional. 

No espírito do bonsai, temos que manter a planta numa escala reduzida para imitar um exemplar na natureza.

A poda faz parte do processo de miniaturização da planta em conjunto com o reduzido espaço deixado no vaso.

Como nos bonsais de interior, os novos rebentos do bonsai myrthus communis serão cortados quando tiverem 5 a 6 folhas novas, deixando apenas 2 folhas. 

A poda de estruturação do bonsai myrthus communis efectua-se em Dezembro/Janeiro. Utilizar sempre ferramenta adequada.

 

A poda de estruturação do bonsai permite manter a árvore compacta e definida. 

A poda de estruturação consiste em definir as bases gerais do tronco e dos ramos principais, elementos decisivos para transmitir a percepção que o autor quer dar ao seu bonsai: força, elegância, ligeireza, movimento… poda que também pode ser realizada ao mesmo tempo que o transplante e assim aproveitar para conseguir o equilíbrio entre a parte aérea e a parte radicular. 

                               

A maioria das espécies de árvores transformadas em bonsai tem dominância apical, significa que o crescimento é favorecido nos brotos terminais, seja no ápice ou nas extremidades dos ramos, em detrimento dos outros ramos secundários mais baixos.

           

O objetivo principal da poda de estruturação, é a estética do bonsai, provocando uma nova rebentação mais compacta e sobretudo mais perto dos ramos primários de forma a equilibrar a entrada da luz e dar mais vitalidade aos ramos mais baixos e de segundo nível.

 

Estamos assim a melhor distribuir a energia no conjunto dos ramos a partir do início da árvore e não no fim, como acontece na natureza por razões de sobrevivência.

 

A poda regular dos ramos tem como finalidade o aumento do número de brotos e visto as raízes estarem limitadas num espaço reduzido no vaso, o bonsai deve repartir a energia em direcção a uma maior quantidade de folhas, que ficam assim cada vez mais pequenas.

 

É a lei da proporção, quanto mais folhas houver para alimentar, mais pequenas se tornam  é um fenômeno natural, mas que podemos ajudar a provocar.

A poda de estruturação permite retirar os ramos que cresceram em demasia no bonsai e que estão “a mais”.

Cortamos os ramos pequenos e pequenas ramificações com uma tesoura fina ou grossa. Para podar os  ramos maiores, utilizamos uma podadora côncava a fim de obter uma cicatrização o mais discreta possível.

A alicate ou podadora de ponta esférica proporciona um corte côncavo e limpo que acelera o processo de cicatrização do bonsai.       

Nota: seja na poda de formação ou de manutenção, devemos sempre cortar o ramo acima de um broto que vai crescer para o lado exterior da árvore e não para o interior (em direção ao tronco principal) para evitar o cruzamento dos ramos entre eles e que prejudicaria a estética do bonsai.

 

O transplante do bonsai myrthus communis 

O Transplante do bonsai é uma fase necessária e indispensável na vida do bonsai que se deverá efectuar no inverno, de dezembro até meados de fevereiro.

 

Esta operação deverá ser feita a cada 3/ 4 anos, o torrão deve ter uma camada de raízes à sua volta, se não tiver pode não ser o momento certo para o transplante e terá que esperar mais um ano.

O transplante do bonsai tem como finalidade a renovação do substrato que ficou mais fraco, o corte de raízes muito compridas para provocar a ramificação de raízes mais finas junto ao tronco e também dar mais espaço ao torrão.

Podemos aproveitar também para corrigir a posição do bonsai no vaso.

 

Quando transplantamos nunca escolher um vaso muito grande, por norma acrescentamos somente mais 5 cm à medida do vaso antigo.

Cuidado com o substrato. A escolha acertada do substrato será a garantia para uma óptima saúde do bonsai.

Um bom substrato deve reter a humidade necessária e deve garantir a circulação do ar.

 

O segredo no transplante do bonsai myrthus communis

para conseguir e ter sucesso no transplante do bonsai, basta respeitar as regras básicas:

- Quando as árvores caducas perderem as folhas (fim de Dezembro até meado de Fevereiro), ou seja com seiva descendente ou parada, é altura correcta para fazer o transplante.

Nas plantas ditas "Tropical" o transplante é mais aconselhado no início da primavera, pois este tipo de planta não sofre as diferenças climáticas (estações do ano).

 

- Utilizar sempre um substrato de qualidade com elevado grau de retenção de água e nutrientes e que deixe circular o ar com facilidade.

 

- Nunca deixar bolsas de ar no torrão.

 

-Prender o bonsai ao vaso com arame, para não correr o risco de partir raízes na manutenção da planta.

 

ler mais sobre o transplante do bonsai >

bonsai de flores >

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