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folhosas e coníferas em bonsai

Folhosas e Coníferas em bonsai

Existem dois tipos principais de bonsais: árvore de folha caduca por um lado, e coníferas ou resinosas por outro.

 

Quais os tipos de folhosas e coníferas em bonsai?

 

As Folhosas:

 

Em botânica, as árvores de folha caduca pertencem  às dicotiledôneas angiospermas o que significa semente envolvida, ou seja, a semente está contido num fruto, as suas folhas raramente estão sob a forma de agulhas ou escamas, como é o caso da Bétula, do Carvalho, do Castanheiro, do Choupo ou da Faia.

 

As árvores de folha caduca produzem folhas bem desenvolvidas, quer caducas ou perenes, ao contrário das árvores coníferas cuja forma da folha é principalmente representada por agulhas e que também podem ser caducas, embora em caso raros, tais como o Ginkgo Biloba, o Pseudolarix, a Metasequoia, ou perenes, que é o caso de todos os pinheiros e Juniperus.

 

As árvores de folha caduca em bonsai são muito populares por duas razões principais:

 

Em primeira lugar, a sua estrutura: porque quando estão sem folhas é muito mais fácil contemplar os ramos principais e secundários, ao contrário das coníferas onde é impossível ver apenas os ramos.

 

É o caso do Carpinus Coreano por exemplo, com os seus ramos muito finos, flexíveis, elegantes e graciosos.

 

Curiosidade: sobre o Carpinus Bétulus ou Carpinus Europeia: as suas folhas, uma vez secas, permanecem presas à árvore durante todo o inverno até que as novas folhas brotem, mesmo assim é possível apreciar a sua estrutura.

 

Por outro lado, os bonsais de folha caduca apresentam-nos cores espectaculares, especialmente no outono, tais como o Liquidambar com os seus extraordinários tons de vermelho, laranja e amarelo simultaneamente. Na mesma folha podemos encontrar uma paleta inteira de tons que vão do amarelo brilhante ao rosa, roxo e preto.

 

O Carpinus Coreano também nos oferece cores sensacionais no Outono com as suas folhas amarelas, laranja e vermelhas.

 

As folhas do Ginkgo Biloba são igualmente notáveis com a sua impressionante tonalidade de amarelo dourado no outono antes da queda da folha.

 

O Ginkgo Biloba é considerado um fóssil vivo e é um símbolo de paz e longevidade por ter sobrevivido às explosões atómicas no Japão.

 

É possível desfolhar um bonsai de folha caduca de dois em dois ou de três em três anos.

O objectivo da desfolha é acelerar a ramificação e provocar um novo crescimento como o da Primavera, provocando assim o aparecimento de novas folhas, mas mais pequenas do que as anteriores.

 

Esta técnica é aplicada no final da Primavera e início do verão sobre o bonsai saudável, caso contrário o bonsai pode morrer devido ao choque causado pela remoção das folhas.

 

A remoção das folhas é equivalente a dois cultivos no mesmo ano.

 

É no entanto aconselhável respeitar um factor muito importante no momento da desfolha, é cortar o pecíolo deixando mais ou menos meio centímetro a um centímetro preso no ramo, por isso utilizamos uma tesoura desfolhadora, nunca arrancar a folha.

 

 

Resinosas:

 

Chamamos Resinosas à maioria das coníferas com células secretoras de resina quer na sua madeira, folha ou casca, tais como pinheiros e juniperus.

 

Pinheiros:

 

Os Pinheiros são as árvores em bonsai mais difundidas e populares, são coníferas sempre verdes com duas agulhas no caso do Pinheiro Nigra (Pinus Thunbergii) ou cinco agulhas no caso do Pinheiro Branco (Pinus Pentaphylla ou Pinus Parviflora).

 

Recordamos que é importante diferenciar os pinheiros de acordo com o seu tipo de crescimento, ou seja, se produzem uma ou mais rebentações durante a época de crescimento.

 

Os pinheiros com uma única rebentação durante o ano são o Pinus Pentaphylla (pinheiro branco japonês), o Pinus Parviflora, o pinheiro da montanha (Pinus Mugho) e o Pinus Sylvestris.

 

Aqueles com duas rebentações durante a época de crescimento são o pinheiro negro japonês (Pinus Thunbergii) e o pinheiro vermelho japonês (Pinus Densiflora).

 

O Pinheiro é um ícone no mundo do bonsai, representando a montanha e o mundo espíritual à sua volta.

 

Para conseguir pinheiros espectaculares, devemos utilizar a aramação, com arame de alumínio anodizado ou de cobre, desde o Outono até ao início da Primavera ou mesmo após a poda das velas no verão.

 

Juniperus:

 

Esta é também uma das coníferas mais difundidas em bonsai, particularmente apreciada pela sua folhagem formando patamares de extraordinária densidade e sobretudo pela sua madeira morta, oferecendo a possibilidade de destacar os veios vivos que a atravessam.

 

O mais comum é o Juniperus Chinensis, que é um zimbro escamoso, o mais famoso dos quais é o Juniperus Chinensis Itoigawa, originário do norte da ilha de Honshu, na província de Niigata, no Japão.

Actualmente, já não existem Juniperus naturais e são os restos de podas de viveiros que abastecem o mercado mundial.

 

A principal vantagem do Juniperus é que pode suportar uma poda severa e é ideal para madeira morta jin/shari.

 

São técnicas utilizadas para dar a impressão do envelhecimento da árvore, criando madeira morta imitando uma árvore que vive nas montanhas em condições extremas varridas pelos elementos naturais. O objectivo é representar o mais parecido possível a um espécime natural castigado pelos efeitos naturais ao longo do tempo.

 

A importância das folhosas e coníferas em bonsai.

 

A parte mais difícil do crescimento das coníferas. para além da importância do substrato que deve ser à base de kiryuzuna, é a poda, a pinçagem e à aramação, pois é graças a elas que conseguimos estilizar e estruturar o nosso bonsai.

 

 

 

 

 

 

 

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