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Biodiversidade e o bonsai

A biodiversidade está hoje em dia na moda, mas já existe há muito tempo.

De facto, os primeiros organismos vivos conhecidos já existem há vários milhares de milhões de anos.

Este é o resultado da lenta evolução do mundo vivo no nosso planeta.

 

Porque é que damos tanto importância à biodiversidade?

 

 

Porque é essencial para o desenvolvimento natural dos ecossistemas do nosso planeta. È essencial e quanto maior for a biodiversidade, maior será a taxa de estabilidade e adaptabilidade da biosfera às condições actuais e respectivas alterações no nosso ambiente.

Para se ter uma ideia do grau de biodiversidade correspondente a um determinado lugar, basta contar o número de espécies representadas nesse lugar: quanto maior o número, maior o grau de biodiversidade.

 

A riqueza das espécies é sinónima de biodiversidade.

 

A biodiversidade biológica refere-se à multiplicidade de espécies na terra e aos seus ecossistemas, assim como aos processos ecológicos em que estão inseridas. A biodiversidade encontra-se em quase toda a parte da Terra e a maioria das pessoas não está muito consciente dela, uma vez que as maiorias dos organismos vivos são minúsculos, mesmo invisíveis a olho nu e muitas vezes vivem apenas durante um curto período de tempo.

 

Há três níveis de organização que se referem a todos os componentes do mundo vivo: ecossistemas, espécies e genes.

 

Porque é que a biodiversidade é tão importante?

 

Durante várias décadas, o principal objectivo do mundo industrializado tem sido o rendimento, a sobreexploração e a utilização das chamadas culturas intensivas e especializadas, o que levou à deterioração da boa conservação, prejudicando o solo através da utilização excessiva de fertilizantes e produtos químicos como herbicidas e insecticidas.

 

O mesmo se aplica aos animais e insectos, que são eliminados do seu ambiente natural. A pesca e a caça excessivas e a agricultura industrial são ocorrências diárias.

 

A urbanização em grande escala, a construção de estradas e auto-estradas e o desenvolvimento de infra-estruturas de transporte estão a causar a destruição e a degradação dos ambientes naturais.

 

A sobreexploração dos recursos e as alterações climáticas são a consequência do crescimento da população mundial.

 

A desflorestação das florestas tropicais e amazónicas, que são extremamente ricas em espécies vegetais e animais, está a destruir o seu ambiente de vida.

 

O mesmo se aplica à poluição do ar, do solo e da água, três elementos que são vitais para a nossa saúde e que estão cada vez mais degradados.

 

A poluição é tudo o que altera o nosso ambiente e consequentemente, a nossa saúde.

 

Como resultado plausível, somos obrigados a notar que é o impacto da actividade humana que pertuba o equilíbrio da biodiversidade.

 

Os seres humanos degradam este equilíbrio através da caça e da pesca excessivas, da introdução de espécies invasoras, da produção intensiva sem qualquer respeito pelo ambiente natural.

 

Temos alguns exemplos em Portugal, tais como a exploração do eucalipto para a indústria da pasta de papel, que tem sido sobreexplorada durante décadas. O eucalipto não é uma espécie local, mas os produtores cultivam-no por razões puramente económicas, uma vez que cresce muito rapidamente e torna o investimento rentável.

Por outro lado, as florestas de eucalipto são terra degradas e favoráveis aos incêndios, uma vez que esta árvore é particularmente inflamável.

 

Recordemos Pedrogão Grande em 2017, entre 17 e 24 de Junho, no distrito de Leiria, o maior incêndio florestal em Portugal, cobrindo uma área de mais de 50.000 hectares e também o mais mortífero do mundo desde 1900.

 

- 1.000 bombeiros combateram o incêndio com a ajuda de 7 aviões Canadair;

 

- 58 kilómetros de frente de extensão;

 

- Évacuação de 27 aldeias;

 

- 66 mortos e 254 feridos;

 

- 30 das vítimas mortais foram encontradas queimadas nos seus carros enquanto tentavam fugir;

 

- 500 casas foram destruídas e 48 empresas foram directamente afectadas, tirando centenas de postos de trabalho;

 

- mais de 500 milhões de euros é o custo estimado dos danos.

 

A  maior parte da floresta, mais de 90%, era ocupada por eucalipto, cujo o óleo é altamente inflamável.

 

O resto foi ocupado pelo pinheiro Pinaster. Outro problema e fonte de incêndio são as agulhas que caem no chão, assim como em cima dos arbustos nas proximidades do pinheiro, facilitando a propagação do fogo ao topo das árvores.

 

As altas temperaturas tornam difícil o combate às chamas. Este tipo de fogo destrói as camadas superficiais da terra, queimando matéria orgânica e promovendo o processo de erosão do solo.

 

Os incêndios contribuem para a emissão de CO2 para a atmosfera e como resultado da erosão e do desaparecimento da vegetação, o CO2 já não é aborvido e retido pelas plantas e pelo solo.

 

Outro exemplo é o Jacinto de água, que invade os rios e é considerado uma espécie invasora em Portugal de acordo com o Decreto-lei 92/2019 de 10 de Julho. Em muitos rios é comum ver máquinas a remover esta planta da água. Destrói o ambiente natural ao diminuir a intensidade da luz que entra na água, desequilibrando de forma notável a vida animal e vegetal existente no rio.

 

Existem muitas espécies de árvores e plantas consideradas invasoras em Portugal, temos que começar a dar mais valor as plantas nativas, temos tudo a ganhar para garantir o futuro das próximas gerações.

 

Como vimos num artigo anterior, o desequilíbrio que estamos a viver hoje deve-se em grande parte ao fenómeno do aquecimento global, que está a destruir a biodiversidade.

 

O aquecimento global é o processo de alteração da temperatura média da atmosfera e dos oceanos a nivel global.

 

A acumulação de altas concentrações de gases com efeito de estufa na atmosfera aprisiona o calor emitido pelo sol, criando um manto e aumentando a temperatura média na terra.

 

Estes gases são libertados por automóveis, camiões e algumas fábricas. O CO2 ou dióxido de carbono é o principal culpado. No entanto, o CO2 existe na natureza, se é considerado um poluente hoje em dia é porque se tem vindo a acumular artificialmente na atmosfera há várias décadas.

 

Ler artigo sobre o bonsai e o planeta.

 

Felizmente, estamos gradualmente a tomar consciência da importância da biodiversidade para o nosso futuro. O homen começou a criar reservas naturais, que são territórios delimitados e regulamentados para tentar salvar todas as espécies animais e vegetais que aí vivem.

 

Ler artigo sobre a arte do bonsai

 

Respeitar e melhorar a biodiversidade.

É essencial para o nosso futuro respeitar e sobretudo melhorar a biodiversidade tanto a nível global como local, devemos fazer um esforço para continuar a ter florestas que nos forneçam a madeira de que precisamos, mas alterando a nossa atitude míope baseada unicamente na rentabilidade imediata. Temos tudo a ganhar com a plantação de espécies autóctones e do maior número possível de espécies diferentes para garantir a sobrevivência de plantas, animais, insectos e todos os outros seres vivos que são favoráveis à evolução da biodiversidade local, evitando a degradação do solo e o desaparecimento de espécies e também reduzindo o risco de incêndio, salvando assim muitas vidas humanas  e economizando somas consideráveis que podem ser utilizadas para a reflorestação.

 

 

 

 

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