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PESQUISA AVANÇADA
cicatrização do bonsai e pasta cicatrizante

A cicatrização do bonsai e a pasta cicatrizante.

 

A poda é essencial para formar o nosso bonsai de acordo com a nossa ambição numa primeira fase e para o manter sob a forma estabelecida na fase seguinte.

O bonsai é o fruto de um trabalho regular realizado com muita atenção, seja com poda mais ou menos severa seja com aramação.

A poda, se não for protegido o ramo cortado com pasta de cicatrização, pode causar danos irreversíveis no nosso bonsai.

Evitar a aplicação de uma pasta cicatrizante não é poupar, mas sim é tomar riscos desnecessários.

 

Ler artigo sobre:

- a poda do bonsai;

- a poda de estruturação do bonsai.

 

No entanto, ao cortar um ramo intervimos de forma mais ou menos severa e se os cortes forem excessivos, ou seja a partir de cinco milimetros de diâmetro do ramo, torna-se imperativo aplicar uma pasta cicatrizante.

 

A cicatrização do bonsai e a utilização de uma pasta cicatrizante.

 

As feridas infringidas no bonsai durante a poda são uma verdadeira porta aberta a doenças deixando-o propício a bactérias e fungos que podem penetrar no corpo do bonsai através do ar ou da água.

 

Os fungos dos tecidos vivos fixam-se na ferida nos dias seguintes à poda, bloqueando as redes de seiva e levando à doenças como o cancro.

 

Como a pele de um ser humano, a árvore do bonsai tem a capacidade de curar as suas feridas por si só quando a sua saúde e o tamanho da ferida lhe permitem fazê-lo.

 

Caso contrário, devemos colocar-lhe uma ligadura, que é o papel da pasta de cicatrização.

 

Ao contrário dos animais, a árvore não cicatriza, mas cobre tecido ferido ou infectado com tecido saudável. O câmbio ou seja a camada de tecido debaixo da casca, é responsável pela produção do tecido de cicatrização. Esta camada é situada entre a casca interna chamada floema e a madeira ou seja o xilema. É a camada responsável para a ampliação do ramo ou do tronco e é portanto vital protegê- la de infecções.

 

Ler o artigo sobre a enxertia e o câmbio para perceber melhor.

 

Uma árvore saudável desenvolve barreiras sanitárias por si só, emitindo substâncias anti-sépticas e emitindo tecido de cicatrização se o corte não for demasiado grande. Contudo, os cortes permanecem visíveis e é melhor protegê-los o mais rapidamente possível para reduzir o impacto estético na nossa árvore.

 

É a casca da árvore que a protege das agressões externas, tais como fungos, bastérias e bolores. Ao podar, criamos uma ferida aberta onde elementos patogénicos podem penetrar.

 

O bonsai, como todas as árvores na natureza, têm os seus próprios mecanismos de defesa, que consistem na compartimentação de tecidos doentes para evitar que parasitas e fungos penetrem mais no organismo do bonsai, seguido da cobertura dos tecidos afectados com tecidos saudáveis.

Este processo é muito rápido quando as feridas são pequenas, mas quando têm vários centímetros de diâmetro, demora demasiado tempo a fornecer protecção adequada contra agentes patogénicos acabando por ser mais vulneráveis.

 

Embora uma árvore podada recupere e se cure naturalmente das suas feridas, continuamos a preferir ajudá-la a sarar e sobretudo a evitar a entrada de fungos e parasitas que poderiam destruir o nosso bonsai.

 

É muito desagradável ver um ramo a apodrecer após um corte que não foi protegido.

 

É também importante lembrar que é sempre necessário respeitar um ângulo ao podar para evitar um corte com ângulo recto que permite a entrada da água da chuva ou da rega, provocando a podridão do ramo. Um corte limpo e direito sara muito melhor, razão pela qual é primordial utilizar ferramentas precisas e afiadas que foram desinfectadas com álcool ou lixivia para não transmitir doenças. Ao podar, é imperativo evitar que a casca dos ramos que estamos a podar se levante, deixando assim uma abertura para a água e doenças.

 

Após o corte, a casca deve permanecer presa ao ramo para evitar a entrada de parasitas.

 

Uma boa tesoura serve para os cortes até cinco milímetros de diâmetro, para cortes com diâmetro superior é aconselhável utilizar uma podadora côncava recta, que é uma podadora de ponta angular desenvolvida para a retirada de galhos grossos. Tem um corte limpo e perfeito que passa disfarçado com o tempo.

 

O bonsai é uma árvore viva e como tal uma poda defeituosa pode condená-la de forma duradoura. Um bonsai mal podado ou que não esteja suficientemente protegido após a poda pode sofrer enormes consequências.

 

Nota:

A regra de ouro para evitar muitos contratempos na poda de formação é respeitar a estação do ano em que é realizada, precisamente quando a seiva está a abrandar ou mesmo a parar, evitando o momento da rebentação dos botões na Primavera e as semanas que precedem à queda das folhas no Outono.

 

Existem actualmente no mercado pastas de cicatrização muito boas, muitas vezes baseadas em resina e óleos vegetais. A pasta cicatrizante da iberbonsai, vendido em tubo de cem gramas e originário do Japão, é muito fácil de aplicar e é o produto ideal para assegurar a boa cicatrização das feridas de poda sejam elas ligeiras ou profundas.

 

Nota:

Para coníferas é preferível utilizar uma pasta própria, devido a produção de resina.

O objectivo da pasta cicatrizante é proteger o bonsai da agressão externa, impedindo que o ar e doenças penetrem na ferida.

 

Não confundir com a pasta de enxerto, que se destina apenas a evitar que a ferida seque.

 

Algumas árvores de bonsai, tais como o ficus retusa e o ficus carica ou figueira não requerem necessariamente pasta de cicatrização. De facto o látex segregado pelo próprio ramo é suficiente para a desinfecção e respectiva cura.

 

Ler o artigo sobre o ficus carica.

 

 

O segredo da cicatrização e a pasta cicatrizante.

 

Em qualquer caso, quanto mais robusta for a saúde do bonsai, mais fácil será o processo de cicatrização, por isso quanto mais respeitamos as condições óptimas de crescimento, mais fácil será para o bonsai responder a qualquer intervenção da nossa parte, tal como o transplante ou a poda, seja ela severa ou não.

 

Utilizar um substrato de boa qualidade como a akadama como estamos sempre a repetir, realizar o transplante na altura certa ou seja quando a seiva está parada, regar sempre de manhã e apenas se necessário, aplicar fertilizante na Primavera e no Verão, mas em quantidades menores, adicionar fertilizante orgânico no final do ano, sombrear se necessário no Verão, pelo menos das onze horas até às dezasseis horas para evitar queimaduras, são todos pontos importantes que devem ser respeitados para que o nosso bonsai tenha a máxima possibilidade de poder combater eventualidade sem problema.

 

Ler artigo sobre:

- 3 segredos para manter o bonsai;

- 7 erros a não cometer no transplante do bonsai;

- como adubar o bonsai;

- como regar o bonsai.

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