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Bonsai taxus - teixo

 

Taxus baccata - taxus cuspidata (Japão) -



 

Do grego “Taxus” = veneno

Origem Europa, Norte de África e Ásia.

Característica do bonsai taxus:

È uma árvore que pode viver várias centenas de anos podendo mesmo chegar a milenar.

Aguenta bem a poda e é muito tolerante aos ventos e à poluição.

As folhas vivem até 8 anos, são pontiagudas mas não picantes, muito flexíveis,

verde-escuro na parte superior e com listras verde-amarelado na parte inferior.

 Fruto vermelho no outono : é um falso fruto que na verdade é uma semente e é tóxica. 

Casca castanha avermelhada, lisa na planta jovem, tornando-se escamosa e

com o envelhecimento esfolia-se em placas.

 

O bonsai taxus é uma conífera de folha perene, de crescimento muito lento que aguenta bem a poda e é muito tolerante a poluição atmosférica.

A madeira do Taxus é muito dura e é normalmente utilizada para a escultura por ser muito resistente às fissuras.

O taxus “baccata” contém a baccatine, substância muito tóxica para humanos e animais, consta que na pré história utilizavam-na como veneno na ponta das setas. É também a matéria primordial para o fabrico de medicamentos utilizado no tratamento contra doenças cancerígenas.

 

Taxus baccata-frutos-


 

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Multiplicação por sementeira:

Taxus baccata:

Estratificação exterior durante doze a dezasseis meses.

Percentagem de germinação próximo dos 50% em condições muito favoráveis



 

Taxus cuspidata;

Imersão das sementes durante vinte e quatro horas, a seguir estratificação quente a +/- 20ºC durante 90 a 120 dias mais estratificação fria a 3/5º C durante dois a três meses, ou estratificação no exterior durante um ano.

Percentagem de germinação mais ou menos 20% nas melhores das condições.

 

A Estratificação consiste em guardar as sementes num meio específico, num local quente ou frio dependendo das espécies. A Estratificação a frio ajuda a semente a sair do período de “dormência” fragilizando o caroço, que fica mais quebradiço.

Na prática, a estratificação consiste em colocar as sementes numa mistura de areia com turfa fina (50/50), ligeiramente humidificada mais ou menos 12-15%.

 É recomendável peneirar a mistura, tanto a areia como a turfa fina, antes de colocar as sementes, será assim mais fácil recuperar as sementes no fim da estratificação.

Uma vez as sementes colocadas na mistura areia/turfa, juntar tudo num saco plástico, esvaziar o ar e selar hermeticamente.

Colocar o saco plástico num local a 3/5ºC para uma estratificação fria.

Realização da sementeira: primeiro, preparar um substrato composto por 1/3 de areia fina (de preferência lavada) e 2/3 de substrato a base de folhas (tipo turfa mas muito fino). 

Segundo, encher os recipientes ou vasos, pisar ligeiramente com um pau ou uma tábua e repartir as sementes no substrato.

 Cobrir as sementes com o mesmo substrato e colocar os recipientes ou vasos a 20/24ºC (à luz) durante o dia e 14/15ºC durante a noite.

Podemos cobrir com um filme plástico transparente para manter a temperatura e higrometria.

 Nunca cobrir uma semente com substrato com mais  que uma vez a sua espessura.



 

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Multiplicação por estaca:

 

Semi lenhosa,  é a estaca de mais fácil elaboração e a mais habitual no mundo hortícola e no bonsai também, aplica-se a muitas espécies perenes e coníferas. Recolha das estacas no fim do verão e no início do outono com madeira já amadurecida.

Consiste en recolher ramos com uma parte amadurecida e outra mais tenra  e ainda verde na extremidade, em regra geral em agosto até meados de setembro.

Cortar um ramo  de 10 a 15 cm de comprimento, sempre abaixo de um nó, única zona onde podem nascer as futuras raízes. Tirar os galhos laterais e tirar também a quase totalidade das folhas, deixando apenas as 2 ou 3 últimas folhas, o objectivo é preservar as reservas nessas últimas folhas, que por outro lado não podem ser muito grandes para não desperdiçar a água pela evaporação (transpiração).

As estacas serão de seguida enterradas até metade da altura num substrato muito leve, apertando bem em volta para não deixar ar junto ao ramo o que provocaria a secura impedindo o nascimento de novas raízes. Manter num ambiente húmido tipo nevoeiro até começar a ganhar as primeiras raízes, depois passar a regar  com micro aspersores.


 

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Aramação do bonsai taxus:

A aramação efectua-se durante o período de repouso vegetativo, a partir de Outubro e até início de Março

 

Por norma utilizamos um arame com 30 % do diâmetro do ramo que queremos moldar, por exemplo um ramo com 10 mm de diâmetro = um arame com 3 mm de diâmetro é suficiente. Basta fazer um teste e ver se o arame segura o ramo ou se é o contrário, neste caso muda-se para um arame mais grosso.

O comprimento do arame corresponde +/- a duas ou três vezes o comprimento do ramo a moldar.

 

Numa primeira fase coloca-se o arame em todos os ramos que queremos direcionar e só depois começamos a moldar e a estilizar o bonsai conforme pretendido.

 

A aramação do bonsai exige muito cuidado no manuseamento e na forma de moldar o ramo, pois algumas espécies são muito frágeis e podem quebrar com facilidade como é o caso da azálea.

 

É necessário estarmos atentos, sobretudo na época de crescimento, para prevenir ferimentos desnecessários na casca causados pelo arame. 

 

Além da aramação do bonsai com arame de alumínio existe também um outro sistema para moldar o bonsai com arame, consiste em esticar um arame a partir do ramo que pretendemos orientar até ao torrão, o objectivo é simular uma forma de tensor para obrigar o ramo a permanecer na direcção desejada.

Mas cuidado, esta operação deve ser feita com minúcia, não se pode executar a tensão de uma só vez, mas sim progressivamente, por exemplo uma vez por semana aplicar mais força na tensão.

 

 

O transplante do bonsai taxus:

 

Em princípio esta operação deverá ser feita a cada 3 a 4 anos, o torrão deve ter uma camada de raízes à sua volta, se não tiver pode não ser o momento certo para o transplante e terá que esperar mais um ano.

 

O transplante do bonsai tem como finalidade a renovação do substrato que ficou mais fraco e o corte de raízes muito compridas para provocar a ramificação de raízes mais finas junto ao tronco e também dar mais espaço ao torrão.

 

Ao transplantar devemos escolher um vaso com mais 5 cm à medida do vaso antigo.

 

Cuidado com o substrato. A escolha certa do substrato é garantia da boa saúde do bonsai.

Aconselhamos sempre a Akadama Hard Quality para a maioria dos bonsais, Kiryuzuna para os Pinus e Juniperus e coníferas (pode misturar com 50 % de Akadama Hard Quality para árvores mais jovens),

 

Um bom substrato deve reter a humidade necessária e deve garantir a circulação do ar.

 

A poda do bonsai taxus:

No espírito do bonsai, temos que manter a planta numa escala reduzida para imitar um exemplar na natureza.

A poda faz parte do processo de miniaturização da planta em conjunto com o reduzido espaço deixado no vaso.

A poda de manutenção, mais leve que a poda de estruturação, consiste em “pinçar”  os novos brotos desde a primavera até ao outono. O bonsai taxus cria novos brotos com muito facilidade. Atenção: se desejarmos obter uma boa frutificação do bonsai taxus, deveremos efectuar esta operação apenas a seguir à floração. 

A principal característica da poda de manutenção é de manter o aspecto visual do bonsai, conforme foi definido pela poda de estruturação.

 

A poda de estruturação do bonsai permite manter a árvore compacta e definida e

determinar as bases gerais do tronco e dos ramos principais, elementos decisivos para transmitir a percepção que o autor quer dar ao seu bonsai: força, elegância, ligeireza, movimento… poda que também pode ser realizada ao mesmo tempo que o transplante e assim aproveitar para conseguir o equilíbrio entre a parte aérea e a parte radicular. 

O bonsai taxus é muito sensível ao apodrecimento das raízes (Phytophthora)), por isso é recomendado uma particular atenção no que toca à rega e respeitar sempre uma dica básica: apenas regar quando a terra à superfície começar a secar, (nota-se pela cor mais pálida do substrato, mais fácil com Akadama como já vimos).

 

É também primordial para uma boa saúde do bonsai taxus manter as folhas secas.

As folhas hùmidas tornam-se folhas doentes, por isso é aconselhável regar de manhã para dar tempo às folhas secarem durante o dia. 

Se regar à noite as folhas ficam hùmidas muito tempo e o bonsai torna-se mais sensível a fungos e doenças.

De uma maneira geral, regar sempre de manhã e não no fim do dia e evitar de regar durante a tarde porque corre o risco de queimar as folhas do bonsai.

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