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A aramação do bonsai ou como aramar o bonsai.

 

O bonsai não é uma planta anã nem uma planta com curvas por natureza, temos de intervir de diferentes formas para “construir” um bonsai ou transformar uma planta em bonsai.

Chama-se a estilização do bonsai.

 

A aramação do bonsai ajuda e facilita a sua formação.

 

Podemos formar um bonsai a partir de qualquer planta desde que seja lenhosa, existem vários estilos para formar o bonsai como podemos verificar no nosso Glossário.

A estilização ou formação consegue-se principalmente com a poda, com as ferramentas  apropriadas, a aramação com arame de cobre ou de alumínio e criação de madeira morta como o jin por exemplo.

 A formação de um bonsai nunca termina, todos os anos devemos proceder a determinadas tarefas a fim de obter o modelo e estilo pretendido.

 

A colocação do arame tem uma importância fundamental na estética  do bonsai.


 

 É um processo imprescindível na estilização que pretendemos dar ao bonsai, operação que permite guiar e direcionar os ramos para obtermos o estilo pretendido.

A aramação é útil  para rectificar a orientação dos galhos e ramos do bonsai. Um dos objectivos do arame é representar e substituir a acção do peso nos ramos das árvores na natureza.

 

A aramação do bonsai consiste em enrolar um arame de alumínio ou de cobre (cozido) em volta do tronco ou de um ramo, para modificar a sua direcção, tendo em vista a definição da forma pretendida.

A aramação pode ser feita praticamente durante todo o ano para a maioria das espécies de bonsai, de preferência no inverno para as coníferas, o arame irá permanecer vários meses e será retirado antes de começar a marcar a casca, no verão será a vez dos bonsais de folha perene permanecendo  pelo menos três meses. Em qualquer dos casos, se ao retirar o arame o ramo ou galho não ficar na posição pretendida, então teremos que repetir a aramação por mais uns meses.

Convém aplicar o arame sem apertar demasiado para não marcar a casca do ramo, por norma deixamos um espaço livre entre o arame e a casca. Com o tempo é importante vigiar o impacto do arame e removê-lo antes deste ficar cravado na casca da árvore.

O arame de alumínio é muito flexível e resistente, na iberbonsai temos arame de 0,8 mm até 8 mm de diâmetro. Para colocação de arame grosso, a partir de 5 mm, é recomendado envolver o ramo com ráfia antes de colocar o arame a fim de não danificar o ramo ao curvá- -lo.

 

O arame tem de ter um apoio para ser eficaz, deve-se começar a colocar o arame no torrão e enrolar em volta do tronco ou nos primeiros ramos (mais baixos).

Para os ramos superiores começar a partir do tronco ou à volta de um ramo mais grosso, respeitando sempre um ângulo de 45º, começando sempre pelo ramo mais grosso e seguindo até ao ramo mais fino.

 

Truque: o arame deve vir de cima para baixo para dobrar o ramo para cima e de baixo para cima para dobrar o ramo para baixo.

 

 

arame de alumínio anodizado de 0,8mm até 8 mm -iberbonsai-

 

 

Por norma utilizamos um arame com 30 % do diâmetro do ramo que queremos moldar, por exemplo um ramo com 10 mm de diâmetro = um arame com 3 mm de diâmetro. Basta 

fazer um teste e ver se o arame segura o ramo ou se é o contrário, neste caso muda-se para um arame mais grosso.

O comprimento do arame corresponde mais ou menos a duas ou três vezes o comprimento do ramo a moldar.

 

Numa primeira fase coloca-se o arame em todos os ramos que queremos direcionar e só depois começamos a moldar e a estilizar o bonsai conforme pretendido.

 

Nunca devemos cruzar os arames para evitar a estrangulação do ramo do bonsai e nunca devemos efectuar o transplante de um bonsai que foi severamente aramado. 

A aramação do bonsai exige muito cuidado no manuseamento e na forma de moldar o ramo, pois algumas espécies são muito frágeis e podem quebrar com facilidade como é o caso das azáleas.

 

É necessário estarmos atentos, sobretudo na época de crescimento, para prevenir ferimentos desnecessários na casca causados pelo arame. 

 

Basta retirar o arame e voltar a colocá-lo para evitar este tipo de situação.

 

Em regra geral deixa-se o arame no máximo quatro meses nas folhosas e de oito a doze meses nas coníferas.

 

 

Corta arame  YAGI-200-iberbonsai-

 

Para retirar o arame sem ferir a casca do bonsai é aconselhável utilizar uma ferramenta adequada.O corta- arame, permite cortar o arame em secções muito pequenas sem marcar o ramo do bonsai.

 

Tentar recuperar o arame sem o cortar não é muito aconselhável, primeiro porque pode danificar o ramo e segundo o arame recuperado não será fácil de reutilizar.

 

Com alguma paciência e prática conseguimos colocar o arame na perfeição, no entanto é uma tarefa imprescindível para uma boa estruturação do bonsai.

Nota: quando fazemos a aramação de um bonsai, tentamos sempre imitar as curvas naturais da árvore na natureza. Evitamos também esmagar as folhas e “torturar” os galhos, a aramação deve ser um processo suave para o bonsai. Caso seja necessário curvar ramos mais fortes, existem tensores para o efeito, aparelho que podemos afinar  regularmente para aplicar cada vez mais tensão sem partir o ramo.

Como já falamos existem outras técnicas para estilizar e estruturar o bonsai como por exemplo a poda de estruturação do bonsai que permite manter a árvore compacta e definida. 

A poda de estruturação consiste em definir as bases gerais do tronco e dos ramos principais, elementos decisivos para transmitir a percepção que o autor quer dar ao seu bonsai: força, elegância, ligeireza, movimento… poda que também pode ser realizada ao mesmo tempo que o transplante e assim aproveitar para conseguir o equilíbrio entre a parte aérea e a parte radicular. 

A maioria das espécies de árvores transformadas em bonsai tem dominância apical, significa que o crescimento é favorecido nos brotos terminais, seja no ápice ou nas extremidades dos ramos, em detrimento dos outros ramos secundários mais baixos.

           

O objetivo principal da poda de estruturação, é a estética do bonsai, provocando uma nova rebentação mais compacta e sobretudo mais perto dos ramos primários de forma a equilibrar a entrada da luz e dar mais vitalidade aos ramos mais baixos e de segundo nível.

 

Estamos assim a melhor distribuir a energia no conjunto dos ramos a partir do início da árvore e não no fim, como acontece na natureza por razões de sobrevivência.

 

Na natureza é a árvore mais alta e mais forte que sobrevive ao contrário da mais pequena e mais débil que acaba por morrer. Ler mais sobre as florestas por perceber melhor.

 

No bonsai temos possibilidade de remediar  esse problema, reequilibrando as forças e a energia através da poda de estruturação.

A poda regular dos ramos tem como finalidade o aumento do número de brotos e visto as raízes estarem limitadas num espaço reduzido no vaso, o bonsai deve repartir a energia em direcção a uma maior quantidade de folhas, que ficam assim cada vez mais pequenas.

 

É a lei da proporção, quanto mais folhas houver para alimentar, mais pequenas se tornam  é um fenômeno natural, mas que podemos ajudar a provocar.

A poda de estruturação permite retirar os ramos que cresceram em demasia no bonsai e que estão “a mais”.

Cortamos os ramos pequenos e pequenas ramificações com uma tesoura fina ou grossa. Para podar os  ramos maiores, utilizamos uma podadora côncava a fim de obter uma cicatrização o mais discreta possível.

A alicate ou podadora de ponta esférica proporciona um corte côncavo e limpo que acelera o processo de cicatrização do bonsai.                           

 

Qualquer ferramenta deve estar sempre limpa antes de cada utilização para não transmitir ou propagar doenças e lubrificada com um óleo fino ajuda a manter e a prolongar a vida da ferramenta.                                   

Aplicar uma pasta cicatrizante nos cortes maiores, ajuda na cicatrização e impede a entrada de fungos.


 

 

Além da aramação do bonsai com arame de alumínio existe também um outro sistema para moldar o bonsai com arame, consiste em esticar um arame a partir do ramo que pretendemos orientar até ao torrão, o objectivo é simular uma forma de tensor para obrigar o ramo a permanecer na direcção desejada, podemos igualmente atar a um outro galho ou ramo.

Mas cuidado, esta operação deve ser feita com minúcia, não se pode executar a tensão de uma só vez, mas sim progressivamente, por exemplo uma vez por semana aplicar mais força na tensão.

Podemos também suspender pesos nas extremidades dos ramos para obrigá-las a vergar a fim de obter a inclinação pretendida.

 

Estilos de bonsai que se consegue com a aramação:

Han Kengai: estilo de bonsai em Semi cascata. O tronco principal e seus galhos devem mergulhar e não ultrapassar os limites da base do vaso.

 

Kabudachi: estilo de bonsai multi-troncos. Todos os troncos crescem para fora de um único sistema de raízes, apresentando-se como uma única árvore. A colocação do arame ajuda a definir o desenho final.

Kengai: estilo de bonsai em cascata - Estilo que retrata árvores que se sustentam na superfície de montanhas ou em fendas de um penhasco. O tronco deve pronunciar-se para fora do vaso e mergulhar.

 

Literati: estilo de bonsai de forma livre. A árvore deve ter um desenho pouco comum ou diferente da natureza.

 

Mame: é o mais pequeno dos bonsais, com tamanho até 10 cm já com o vaso e necessita muita dedicação e carinho.

 

Moyogi: ereto informal. O tronco apresenta várias curvas que começam na base e diminuem até ao seu ápice.

 

Neagari: estilo de bonsai com raízes expostas. Na natureza a erosão do solo por ações climáticas como a chuva, pode levar árvores a ficarem com raízes expostas.

 

Nejikan: estilo de bonsai que faz lembrar o Dragão. Na natureza são árvores que, com a idade, tem o tronco rugoso e retorcido. A aramação facilita a configuração do bonsai.

 

Penjing: estilo de bonsai que tenta reproduzir uma paisagem completa encontrada na natureza com todos os seus detalhes.

 

Rosoku: estilo em "chama", particularmente para o ginkgo biloba. Por norma é mais fácil conseguir com a poda.

 

Sashiki: árvore de mergulhia - (tipo de multiplicação vegetativa que consiste em dobrar um ramo da planta mãe e enterrá-lo no solo podendo segurá-lo com arame , que uma vez enraizada será cortada).

 

Sekijoju: raízes sobre rocha. A pedra  incorpora-se à árvore como se as raízes segurassem a rocha.

 

Shakan: estilo de bonsai com inclinação do tronco de pelo menos 30º para um dos lados da árvore.

 

Sharimiki: estilo de bonsai com madeira exposta. Com o tronco principal retorcido e rachado, esbranquiçado e polido pela areia carregada pelo vento.

 

Shohin: o shohin é o bonsai mais pequeno a seguir ao Mame. O tamanho máximo é de 20 cm de altura, desde o bordo do vaso até ao topo da árvore ou do ramo mais comprido.

 

Sokan: estilo de bonsai com tronco duplo. Caso o tronco principal tenha alguma curvatura, o segundo deve seguir o mesmo movimento.

 

Takozukuri: estilo polvo.

Yose-Ue: estilo de bonsai que faz lembrar a Floresta. Pode ter 7, 9, 11 ou mais árvores, mas sempre com uma árvore que é o pilar daquele conjunto.

 

Aramar, podar, cuidar do bonsai são motivos perfeitos para quem passa muito tempo em casa e não sabe como ocupar o tempo é o hobby perfeito.

De mãos dadas com a natureza, descubra como o bonsai é um passatempo interessante e muito saudável que ajuda a manter o espírito e a mente sã e uma vida equilibrada. 

 

O bonsai é Felicidade, o bonsai é a relação do ser humano com a Natureza. É uma obra de arte milenar, sagrada e propicia a meditação, é uma terapia que em muitos casos pode ajudar as pessoas a ultrapassarem os seus problemas.

O lado espiritual do bonsai: o bonsai convida à contemplação, à tranquilidade de espírito.

É uma sensação de calma  com a simples observação de uma árvore, escutar o vento  ou o sussurrar da água num rio, a admiração do pôr-do-sol.

São métodos muito simples de relaxamento  da mente e restabelecer uma ligação com a Natureza.

O bonsai é a relação vital do ser humano com a Natureza.

O lado “passatempo”: a arte do bonsai consiste em formar uma árvore para que se mantenha pequena, mas com todas as características para parecer uma árvore mais velha. É a réplica fiel de uma árvore na natureza, mas com tamanho reduzido.

O processo pode perdurar várias gerações, visto o bonsai ser uma planta viva, sempre em crescimento, a sua respectiva formação nunca será considerada como terminada e definitiva.

Relembramos a seguir algumas dicas para tratar do bonsai:

A localização do bonsai é determinante para o manter vivo. Pode ser num terraço, na varanda, junto de uma janela ou no jardim. O mais importante é o bonsai receber a quantidade de luz suficiente para o seu desenvolvimento.

Para determinar a localização do bonsai, primeiro temos que saber qual o tipo de bonsai.

Existem bonsais de interior, bonsais de exterior e bonsais de dupla localização.

O bonsai  de interior é um bonsai que pode viver dentro de casa, mas com muita claridade, é chamado bonsai de interior porque não suporta temperaturas negativas, a temperatura mínima que pode suportar o bonsai de interior é de mais ou menos 10/12º C, abaixo disso pode ter consequências muito graves e provocar a morte do bonsai.

A temperatura ideal para o bonsai de interior situa-se entre os 14º e os 25ºC.

O bonsai de interior precisa de muita luz, (junto de uma janela), mas não gosta de sol directo.

Convém virar o bonsai periodicamente para assegurar um crescimento regular da rama. Afastá-lo dos pontos fortes de calor, evitar os excessos de  temperatura e as correntes de ar.

O bonsai de exterior é um bonsai que deve viver ao ar livre, apanhar chuva, vento, frio e não pode em caso algum viver dentro de casa.

A localização do bonsai de exterior pode ser numa varanda, terraço, pátio… Num ambiente com muita luz.

O bonsai de exterior pode apanhar o sol da manhã ou  fim da tarde,   mas nunca durante as horas mais quentes durante o verão . É necessário prever uma protecção contra o sol no verão,um local mais à sombra pelo menos das 10/11 horas até às 17 horas.

No inverno, ter cuidado com as geadas. Abrigar o bonsai num local menos frio ou pelo menos proteger o torrão e  os ramos principais com uma camada de turfa ou palha.

O bonsai chamado de dupla localização é um bonsai que pode viver no interior ou no exterior, mas atenção ou dentro ou fora, o bonsai não pode estar uns dias em casa e uns dias fora. É principalmente o caso do Ulmus,ligustrum, zanthoxylum, serissa.

 

Qual a importância da localização do bonsai ?

 

A luz assim como a água são elementos primordiais e indispensáveis  para a sobrevivência do bonsai, portanto uma boa localização  determinará um bom resultado .

 

Uma exposição com pouca luminosidade a  floração será escassa ou nula, as folhas inferiores ficam amarelas e existe uma grande separação entre elas. As folhas tornam-se pálidas e moles.

Uma exposição com excesso de sol, as folhas murcham, ficam retorcidas, com manchas secas de cor castanha.

Ficar atento ao bonsai para descobrir se algo não está correcto, e  corrigir o mais rapidamente possível. Pode ser necessário algumas tentativas antes de acertarmos na localização ideal do bonsai, mas cuidado, não é aconselhável mudar constantemente o bonsai de local. 

O bonsai de interior pode apanhar “ar” durante os dias mais quentes colocando-o fora de casa, sempre com o cuidado de não  apanhar o sol directo que poderá provocar queimaduras nas folhas.

A água é outro elemento indispensável na vida do bonsai.

A água é essencial para qualquer tipo de vida, mas no caso do bonsai é vital.

A rega do bonsai é o passo principal para o sucesso.

Como o vaso do bonsai é muito reduzido, logo não possui grande reserva de água e nutrientes, se não regarmos o bonsai antes de a terra secar por completo, as raízes vão enfraquecer as folhas murcham e caem, o bonsai pode mesmo acabar por morrer!

Se as raízes não ficarem completamente desidratadas ainda poderá salvar o bonsai com uma rega abundante de seguida.

 

Em contrapartida o excesso de água também é prejudicial, o  bonsai não pode  ficar constantemente num substrato húmido.

 

 Fora de casa a localização do bonsai pode ser escolhida em função da rega automática por exemplo, de forma a  aproveitar o momento da rega do jardim para regar o bonsai. Outro aspecto importante para o bonsai de exterior é  escolher uma localização por baixo de uma árvore grande para aproveitar a sombra no verão. Caso contrário teremos que providenciar uma rede de sombra para as horas de sol intenso.

Dentro de casa a localização ideal é junto de uma janela, com uma distância de mais ou menos um metro. No verão o bonsai não pode apanhar o sol directo através do vidro, pode provocar queimaduras graves nas folhas e originar a morte do bonsai por desidratação severa.

 

O número de vezes que devemos regar dependerá do tipo de bonsai, da qualidade do substrato, da intensidade do sol que a planta recebe, etc.

 

As plantas que vivem em vaso dependem de nós para crescerem. As raízes precisam de água e de ar e por isso é indispensável deixar secar o substrato entre cada rega.

 

Por norma só voltamos a regar quando a terra à superfície começar a secar, (nota-se pela cor mais pálida do substrato, mais fácil com Akadama).

 

Recomendamos que a  rega seja feita de manhã para que as folhas tenham tempo de secar durante o dia.  Se regar à noite as folhas ficam húmidas muito tempo e o bonsai torna-se mais sensível a fungos e doenças.

Evitar também regar durante a tarde porque corremos o risco de queimar as folhas do bonsai, as gotas de água fazem efeito de lupa, provocando queimaduras.

 

Regar como deve ser impõem regar abundantemente, de forma contínua até a água sair pelos furos do vaso e repetir a operação alguns minutos depois para termos a certeza que as raízes estão bem molhadas.

 

Tratar de um bonsai é muito saudável. O bonsai é um ser vivo e por isso o detentor  terá que se preocupar diariamente com a saúde do “mais pequeno da casa”. Não ocupa muito tempo, mas requer alguma atenção regular em relação à rega.

A cada estação do ano devem realizar- se alguns trabalhos específicos no bonsai.

Na primavera, quando o bonsai começar a brotar será o momento  ideal para a poda, tarefa imprescindível para manter o formato do bonsai começar a adubar com fertilizante líquido.

No verão vigiar a rega que deverá ser mais regular e colocar uma rede de sombra nos bonsais.

No outono, mudar para um adubo sólido orgânico. Manter o bonsai limpo de folhas secas e ervas daninhas.

No fim do ano com a seiva parada, será a altura ideal para proceder à poda de estruturação, assim teremos a garantia de não enfraquecer o bonsai. 

No fim do ano e com a seiva parada, também é altura dos transplantes para a maioria dos bonsais.

O transplante do bonsai tem como finalidade a renovação do substrato que ficou mais fraco, o corte de raízes muito compridas para provocar a ramificação de raízes mais finas junto ao tronco e também dar mais espaço ao torrão.

Podemos aproveitar também para corrigir a posição do bonsai no vaso.

Quando transplantar um bonsai nunca mudar para um vaso muito maior, por norma acrescentamos somente mais 5 cm à medida do vaso antigo.

 

Ter o espírito bonsai é ter um passatempo saudável e natural.

A aramação do bonsai faz parte integral do processo de formação do bonsai.

A arte do bonsai é muito mais que tratar da planta em si, envolve-nos num mundo mais espiritual, mais íntimo e sobretudo mais natural.

 

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